Esportes de impacto e encefalopatia traumática crônica

boxe

A encefalopatia traumática crônica passou a ser observada clinicamente na década de 1920 em lutadores de boxe. Esses atletas, depois de vários traumas no crânio, apresentavam dificuldades de memória e sintomas parkinsonianos, como tremor e lentidão dos movimentos.

Com o passar dos anos, no entanto, essas alterações neurológicas foram diagnosticadas também em praticantes de outros esportes que envolviam impacto na cabeça, como futebol americano, hóquei, MMA (mixed martial arts, em inglês) e até mesmo futebol.

A encefalopatia traumática crônica está relacionada ao acúmulo no organismo de uma proteína chamada tau. No momento da pancada, os neurônios se rompem ou morrem. Consequentemente, ocorre a liberação da tau. Quanto mais traumas, maior o depósito dessa proteína no cérebro.

Embora essa disfunção já possa ser observada em pessoas jovens, os sintomas começam a surgir dez anos depois da fase dos traumas e têm caráter progressivo.


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